Pedro Proença falhou, esta quinta-feira, a eleição para o Comité Executivo da UEFA, na sequência de uma semana recheada de polémica, que começou com o antecessor na presidência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) a fazer saber, publicamente, que não o apoiaria.
No congresso realizado em Belgrado, na Sérvia, o antigo árbitro internacional 'foi a jogo' sabendo de antemão que, para garantir uma vaga, teria de constar entre os sete candidatos mais votados dos 11 em disputa. No entanto, acabou por ser apenas 11.º e último, com um total de sete votos.
Ao invés, foram eleitos Frank Paauw, dos Países Baixos (49 votos), Gabriele Gravina, de Itália, Hans-Joachim Watzke, da Alemanha (ambos com 48 votos), Marijan Kustic, da Croácia (42 votos), Ari Lathi, da Finlândia (41 votos), Aivar Pohlak, da Estónia (37 votos) e Armen Melikbekyan, da Arménia (29 votos).
Além de Pedro Proença, também ficaram de fora das preferências das 55 federações que compõem o organismo que rege o futebol europeu Cezary Kulesza, da Polónia (21 votos), Hugo Quaderer, do Liechtenstein (19 votos) e Dominique Blanc, da Suíça (11 votos).
Portugal deixa, desta maneira, de estar representado através do seu presidente no Comité Executivo da UEFA, algo que não acontecia já desde o período que decorreu entre 2011 e 2013, quando Gilberto Madaíl abandonou a liderança da FPF e Fernando Gomes lhe sucedeu.
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