A universidade recebeu notificações esta semana que os financiamentos tinham sido suspensos por várias entidades governamentais, incluindo os departamentos da Energia e Defesa e da agência espacial, NASA, segundo uma mensagem divulgada pelo presidente, Christopher Eisgruber.
A justificação não é clara, mas Princeton vai cumprir a lei, avançou Eisgruber.
"Estamos comprometidos com o combate ao antissemitismo e todas as formas de discriminação, e vamos cooperar com o governo neste combate", escreveu.
Princeton é a mais recente das universidades da dita Ivy League, designação que cobre um conjunto de universidades de prestígio, a ter o financiamento federal comprometido, por entre investigações a alegadas situações de antissemitismo.
Em março, a universidade de Columbia concordou com várias pretensões do governo, depois de este lhe ter cortado financiamentos de 400 milhões de dólares e ameaçar cortar mais no montante de milhares de milhões de dólares.
Um grupo de trabalho governamental anunciou na segunda-feira que Harvard ia ser ser sujeita a uma "revisão extensa" dos seus contratos e financiamentos federais, que ascendem a perto de nove mil milhões de dólares.
Princeton é uma das mais de 100 universidades que estão a ser investigadas por antissemitismo ou islamofobia, no seguimento da série de ações de solidariedade com os palestinianos.
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