Capicua, Emmy Curl e Bia Maria no cartaz do 11º Festival Mêda+ em julho

Capicua, Emmy Curl, Bia Maria, Manga Limão e Bombazine são os cabeças de cartaz da 11.ª edição do Festival Mêda+, que vai decorrer de 24 a 26 de julho naquela cidade do distrito da Guarda.

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© Pedro Pina - RTP / Flickr RTP

Lusa
03/04/2025 19:39 ‧ ontem por Lusa

Cultura

Festivais

Com entrada, campismo e acesso às piscinas municipais gratuitos, o evento organizado pela Associação Mêda+, coletividade juvenil sem fins lucrativos, volta a apostar na "diversidade e promoção da música nacional alternativa e emergente", lê-se numa nota enviada à agência Lusa. 

 

O Mêda+ começa a 23 de julho com o 'warm-up', que inclui a atuação da Orquestra de Formação da Mêda e o concerto de Vitória Vermelho, "uma das novas vozes em destaque na programação de 2025", adianta a organização. 

O festival conta este ano com três palcos - Pé em Triste, Mercado e Mêda+ -, montados no centro da cidade, e um cartaz que combina "nomes emergentes e consagrados, numa programação que vai do pós-punk ao hip-hop, do jazz à canção popular", além de projetos autorais que refletem "a diversidade da cena musical portuguesa contemporânea".

No primeiro dia do Mêda+, 24 de julho, sobem ao palco Evaya, 800 Gondomar, Carlos Raposo, Romeu Bairros, Emmy Curl, Humana Taranja e Máquina. A noite termina com um DJ set de Félix Gambino.

Para o dia seguinte estão programados os projetos Tyroliro, Girls96, Caio, Rossana, Manga Limão, Bombazine, Them Flying Monkeys e Ohxala.

O festival termina a 26 de julho com Anti-Medo, Conferência Inferno, Marlow Diggs, um espetáculo especial que vai juntar Bia Maria e a Academia Sénior de Mêda, Amaura, Quadra e Capicua. Cabe ao DJ Mike el Nite fazer as despedidas. 

Além desta programação musical, a 11.ª edição do Mêda+ vai proporcionar, durante as manhãs e inícios de tarde, oficinas de cerâmica, olaria com roda de oleiro, pintura a óleo, aguarela, fotografia e provas de vinho comentadas por produtores locais.

"Esta programação cultural complementar reforça a ligação entre o festival e o território, promovendo o património, os saberes e a tradição da região", sublinha a Associação Mêda+.

O festival Mêda+ é organizado desde 2010 pela Associação Juvenil Mêda+, mas não se realizou entre 2019 e 2024 por falta de financiamento, tendo regressado no ano passado. 

Conhecido por apostar em bandas portuguesas emergentes e alternativas, pelo festival já passaram grupos como os X-Wife, Mão Morta, Fonzie, Supernada, Wraygunn, Diabo na Cruz, Linda Martini, Capitão Fausto, Glockenwise, Tara Perdida, Paus, Orelha Negra, Best Youth, Moullinex, Samuel Úria, B Fachada, Valter Lobo, Stone Dead, Fonzie, Filipe Sambado, entre muitos outros.

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