O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defende que o médico e ex-ministro Paulo Mendo, que morreu hoje, "teve ainda uma longa e reconhecida carreira enquanto médico, académico e investigador".
Numa nota publicada no site da Presidência, Marcelo evocou a memória de Paulo Mendo, "apresentando as sentidas condolências à família e amigos do médico agora desparecido".
"Personalidade independente, destacou-se, ainda, pela sua ação cívica e política, tendo sido opositor à ditadura. Foi Ministro da Saúde entre 1993 e 1995, já depois de ter sido Secretário de Estado da Saúde por duas vezes", lê-se ainda na missiva do Presidente.
Marcelo recorda, por outro lado, que mesmo depois de abandonar a política, o ex-ministro "manteve-se sempre atento e ligado às questões da Saúde, destacando-se o posicionamento na defesa do SNS".
O médico Paulo Mendo, que foi secretário de Estado, por duas vezes, e ministro da Saúde, entre 1993 e 1995, morreu hoje, aos 92 anos, no Hospital de Santo António, no Porto, disse à Lusa fonte desta unidade hospitalar.
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