Tarifas são "má notícia para economia" e pede-se cautela com 'stocks'

A Maersk defendeu hoje que as tarifas norte-americanas constituem uma "má notícia para a economia" e para a estabilidade do comércio e pediu aos clientes que tenham cautela com os seus 'stocks'.

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© Horacio Villalobos#Corbis/Corbis via Getty Images

Lusa
03/04/2025 14:02 ‧ ontem por Lusa

Economia

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"O plano tarifário, anunciado pela administração norte-americana, [...] não é, claramente, uma boa notícia para a economia, a estabilidade e o comércio globais", afirmou, em comunicado, o grupo dinamarquês de transportes e logística.

Para a Maersk, ainda é muito cedo para calcular o real impacto destas medidas, uma vez que os países ainda podem responder com contra-tarifas ou ajustar os direitos de importação.

Contudo, sublinhou que as tensões comerciais destacam a importância de cadeias de abastecimento ágeis e robustas.

O grupo disse que os clientes vão precisar de redirecionar os fluxos de mercadorias para mercados alternativos e espera que estes estejam "mais cautelosos" em relação aos níveis dos seus 'stocks'.

A muito curto prazo, a Maersk antecipa um aumento do envio de encomendas urgentes por avião e do armazenamento.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou, na quarta-feira, a imposição de "tarifas recíprocas" sobre importações, incluindo de 25 por cento sobre todos os automóveis estrangeiros.

Após múltiplos alertas de especialistas económicos e financeiros sobre os impactos do aumento de tarifas na inflação nos Estados Unidos e no comércio económico global, o anúncio de Trump foi feito depois do fecho dos mercados bolsistas norte-americanos, que encerraram em alta ligeira.

A imposição de tarifas foi apelidada pelo Presidente de "Dia da Libertação", após Donald Trump ter anunciado nos últimos meses aumentos de 25% dos direitos aduaneiros sobre as importações de aço, alumínio, automóveis e peças de automóveis.

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