Os acusados, que compareciam às sessões em liberdade e sob supervisão judicial, desde 27 de março, foram considerados culpados de violência de gangue que resultou em homicídio involuntário e ficaram imediatamente presos.
Na quinta-feira, foram pedidos quinze anos de prisão para dois deles e absolvição para o terceiro.
"Estamos extremamente aliviados por os três terem sido condenados à mesma pena. É um reconhecimento de que os três participaram", reagiu a mãe da vítima, Frédérique Couturier.
Pelo menos dois dos arguidos já anunciaram a intenção de recorrer, segundo os seus advogados.
Na noite de 8 para 9 de março de 2019, Bastien Payet, um estudante de 23 anos regressava a casa depois de uma festa com três dos seus amigos quando o seu gangue encontrou outro grupo de jovens embriagados.
Após uma breve conversa, o encontro degenerou rapidamente numa explosão de violência contra Bastien Payet, que foi violentamente espancado e morreu no dia seguinte no hospital.
Nenhuma câmara de vigilância captou a cena que ocorreu num período muito curto de tempo.
Os depoimentos dos familiares da vítima e dos arguidos foram, por isso, cruciais no julgamento.
A autópsia concluiu que Bastien Payet sofreu múltiplos golpes na face, sem que fosse possível determinar com certeza qual deles foi fatal.
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