O saldo comercial positivo dos primeiros três meses do ano resultou da diferença entre exportações de 77,31 mil milhões de dólares (70,71 mil milhões de euros), menos 0,5% em relação ao mesmo período de 2024, e importações de 67,33 mil milhões de dólares (61,58 mil milhões de euros), mais 13,7% que no período homólogo.
As exportações do setor industrial destacaram-se no primeiro trimestre, com um aumento de 5,6%.
As exportações do setor agrícola cresceram 4,6%, para 15,42 mil milhões de euros e as do setor extrativo (minas e petróleo) caíram 16,7%, para 15,57 mil milhões de euros.
Apesar das vendas para a China terem caído 13,2%, o gigante asiático continua a ser o principal destino das exportações brasileiras.
Seguem-se a União Europeia (UE), com um aumento de 16,6%, e os Estados Unidos, para onde as vendas caíram 0,8%.
Por outro lado, as importações no trimestre subiram 13,7%, impulsionadas principalmente pelas importações da China, que subiram 33,9% em relação ao mesmo período de 2024.
A maior economia latino-americana obteve um excedente comercial de 74,6 mil milhões de dólares (68,19 mil milhões de euros) no ano passado, o segundo melhor saldo da sua história, embora 24,6% inferior ao recorde obtido em 2023.
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