Dirigente do Chega acusada de falsificar assinatura de mulher morta

O Ministério Público (MP) considerou que a advogada falsificou a assinatura "com o objetivo de fazer sua a quantia de 6 mil euros".

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Notícias ao Minuto
04/04/2025 08:26 ‧ ontem por Notícias ao Minuto

Política

Chega

A vice-presidente do Conselho de Jurisdição do Chega, Ana Caldeira, está a ser julgada por burla qualificada e falsificação de documentos. A jurista terá tentado burlar um ex-sócio, mediante a falsificação da assinatura de uma mulher que morreu em 2015, avançou a SIC Notícias, na quinta-feira.

 

O caso remonta a março de 2022, altura em que a advogada de profissão convenceu um antigo sócio a emprestar-lhe seis mil euros, que uma cliente precisava com urgência, sob a promessa de que receberia de volta 10 mil euros, no prazo de seis meses.

O contrato de confissão de dívida e o Termo de Autenticação, ambos registados no site da Ordem dos Advogados, foram alegadamente assinados por Maria Amélia Martins, a cliente em causa. Contudo, Maria Amélia Martins morreu em março de 2015.

O Ministério Público (MP) considerou que a advogada falsificou a assinatura "com o objetivo de fazer sua a quantia de 6 mil euros".

Este valor foi devolvido, mas ficaram em falta os juros prometidos.

De acordo com o canal televisivo, o presidente do partido, André Ventura, assegurou desconhecer o caso, mas disse que haverá consequências.

Leia Também: Chega com 14% nas sondagens "não é razoável"

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