O líder do Chega, André Ventura, considera que as sondagens que dão 14% ao Chega nas eleições legislativas antecipadas "não fazem sentido" e são indicadores de uma "tentativa, de alguns, de desvalorizar um resultado que foi obtido, já contra as expectativas, em março do ano passado".
"Agora ainda é mais gritante. As sondagens com maior amplitude colocam o Chega nos 18% ou 20% e outras nos 13% ou 14%. Isto não faz sentido", defendeu André Ventura.
Referindo-se ao caso concreto das sondagens da Pitagórica, Ventura acusou o PSD de intervir nos resultados.
"No caso da Pitagórica, sabemos que há uma ligação evidente ao PSD, isso é conhecido de todos. Aliás, suspeito que a Pitagórica recebe mais dinheiro do PSD do que das empresas para quem faz as sondagens, da comunicação social", afirmou o líder do Chega.
Contudo, Ventura garantiu que o partido "não ignora as sondagens" e irá assumir "responsabilidades", independentemente do resultado.
"Cá estarei para assumir a responsabilidade do que acontecer a 18 de maio, seja bom ou mau. Uma marca que tenho prezado enquanto líder é a de não fugir às responsabilidades, nem em casos, nem em sondagens, nem em resultados", acrescentou.
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