"Mark continua as reuniões que tem tido com o governo sobre a liderança tecnológica dos EUA", segundo o porta-voz da empresa, Andy Stone, citado nos meios.
Entre as medidas que se espera sejam anunciadas por Trump estão as designadas "taxas recíprocas" dirigidas contra os países que imponham barreiras aos produtos e serviços dos EUA, o que pode afetar a UE.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse na terça-feira que a organização tem "poder para contra-atacar" os agravamentos alfandegários de Trump.
O Parlamento Europeu já discutiu a aplicação da legislação sobre serviços e mercados digitais aos conglomerados tecnológicos dos EUA, como Meta, Apple e Google.
Por outro lado, Trump promoveu hoje uma reunião para analisar as diferentes ofertas para a venta da TikTok.
A Meta deu um milhão de dólares à candidatura de Trump, tanto quanto o fundador da Amazon, Jeff Bezos.
Zuckerberg esteve na Casa Branca em março, na residência de Trump em Mar-a-Lago, no estado da Florida, e teve um lugar destacado durante a investidura presidencial no Capitólio, juntamente com Elon Musk.
Nos últimos meses, Zuckerberg acabou com o programa de verificação de factos da Meta, que tinha nascido para combater a desinformação nas redes sociais, o que foi visto como uma aproximação a Trump, por consubstanciar o discurso deste contra uma alegada "censura".
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