Dirigente acusada de burla e falsificação exonerada do Chega

André Ventura adiantou que Ana Caldeira "apresentou, ontem ao final do dia, a sua demissão do lugar de vice-presidente do Conselho de Jurisdição Nacional". Já esta sexta-feira, foi exonerada das funções no Grupo Parlamentar do Chega.

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© Adri Salido/Getty Images

Notícias ao Minuto
04/04/2025 19:24 ‧ há 6 horas por Notícias ao Minuto

Política

CHEGA

A vice-presidente do Conselho de Jurisdição do Chega, Ana Caldeira, demitiu-se do cargo e foi exonerada das funções do Grupo Parlamentar do partido, após ter sido noticiado que estava a ser julgada por burla qualificada e falsificação de documentos. 

 

"A doutora Ana Caldeira apresentou, ontem ao final do dia, a sua demissão do lugar de vice-presidente do Conselho de Jurisdição Nacional e também foi hoje exonerada das funções no Grupo Parlamentar do Chega", anunciou, esta sexta-feira, o líder do Chega, André Ventura.

Em declarações aos jornalistas, André Ventura defendeu que tomou a decisão que "tinha de tomar" e pediu as explicações que "tinha de pedir também".

"Como tenho dito sempre, o Chega é um partido mesmo diferente dos outros e faz mesmo diferente dos outros. Quando tem de tirar consequências, tira-as também", atirou.

Na noite de quinta-feira, a SIC Notícias avançou que Ana Caldeira terá tentado burlar um ex-sócio através da falsificação da assinatura de uma mulher que morreu em 2015.

O caso remonta a março de 2022, altura em que a advogada de profissão convenceu um antigo sócio a emprestar-lhe seis mil euros, que uma cliente precisava com urgência, sob a promessa de que receberia de volta 10 mil euros, no prazo de seis meses.

Dirigente do Chega acusada de falsificar assinatura de mulher morta

Dirigente do Chega acusada de falsificar assinatura de mulher morta

O Ministério Público (MP) considerou que a advogada falsificou a assinatura "com o objetivo de fazer sua a quantia de 6 mil euros".

Notícias ao Minuto | 08:26 - 04/04/2025

O contrato de confissão de dívida e o Termo de Autenticação, ambos registados no site da Ordem dos Advogados, foram alegadamente assinados por Maria Amélia Martins, a cliente em causa. Contudo, Maria Amélia Martins morreu em março de 2015.

O Ministério Público (MP) considerou que a advogada falsificou a assinatura "com o objetivo de fazer sua a quantia de 6 mil euros". Este valor foi devolvido, mas ficaram em falta os juros prometidos.

Leia Também: Deputado do Chega por Portalegre excluído das listas demite-se da distrital

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